As pessoas com Síndrome
de Down podem frequentar da mesma forma que um aluno não deficiente
a escola de ensino regular. Apesar de seu desenvolvimento ser mais
lento, estas crianças tem grande capacidade de aprendizado.
É importante ressaltar,
que o convívio entre as crianças que não possuem Síndrome de Down
com as outras que possuem, pode ser positiva para elas e também para
os professores, porque dessa forma faz crescer ainda mais o respeito
entre as diferenças e sem nenhum tipo de restrições em seu circulo
de amizade, seja por aparência, raça, religião ou ate mesmo por
nacionalidade.
É fato, que o
preconceito deve ser eliminado, e a própria escola pode vir a
auxiliar neste processo, onde se tem que orientar para que as
crianças respeitem umas as outras através de brincadeiras
saudáveis, que trabalhem a socialização, o trabalho em equipe e
diversas outras atividades onde todas participem das mesmas sem
exceções.
O professor deve
priorizar as atividades em que o portador de Síndrome de Down tem
dificuldades e precisa de auxilio. Devem-se promover trabalhos em
grupos, jogos cooperativos, motivando a solidariedade e mostrando aos
seus alunos o respeito às diferenças; estimular o interesse e a
criatividade nas atividades de recreação; debates e reflexões dos
assuntos trabalhados.
As estratégias
pedagógicas devem priorizar a formação de habilidades cognitivas e
aquisição do conhecimento, incentivando o aluno a fazer escolhas,
manifestar suas ideias, expressar seus pensamentos, dúvidas para
serem discutidas com os colegas e professor. A participação em
apresentações é também uma excelente atividade de integração e
desenvolvimento.
Alguns princípios
básicos devem ser considerados em relação ao ensino de crianças
portadoras de síndrome de Down:
- As atividades devem ser centradas em coisas concretas, que devem ser manuseadas pelos alunos;
- As experiências devem ser adquiridas no ambiente próprio do aluno;
- Situações que possam provocar estresse ou venham a ser traumatizantes devem ser evitadas;
- A criança deve ser respeitada em todos os aspectos de sua personalidade;
- A família da criança deve participar do processo intelectivo.
Referências
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