A avaliação do aluno se dá no todo.
O aluno com Síndrome de Down chega até uma determinada fase como
uma subida lenta e chega a um platô que o que interessa não é
buscar o novo, mas conservar o que já aprendeu e não esqueceu.
Howard Gardner afirma que “os
educadores devem conhecer ao máximo cada um de seus alunos e, assim,
ensiná-los da maneira que eles melhor poderão aprender”. Esta
frase de Gardner traduz como deve ser o processo avaliativo das
nossas escolas, não apenas com síndrome de Down, mas com todos,
pois se o professor conhece realmente seus alunos, sabe das suas
limitações, dificuldades, avanços, etc. podendo assim utilizar
diferentes métodos avaliativos, de acordo com a necessidade e o
desenvolvimento de cada um, ou seja, uma avaliação diferente da que
vemos hoje nas escolas que só servem para classificar, castigar e
definir o destino dos alunos de acordo com as normas escolares.
Avaliação do aluno com Síndrome de
Down tem que ser mais individualizada que nos outros casos, e a
avaliação das aprendizagens têm que ser mais especializada tendo
em conta fatores como: a capacidade de aprendizagem, o funcionamento
sensorial, o funcionamento motor, o contexto sócio-familiar… Além
disso, a criança deve estar sujeita a um maior controle, com o fim
de lhe facilitar ao máximo suas aprendizagens e de fazer as
modificações e adequações que se considerem oportunas, em cada
momento.
Seu objetivo é aperfeiçoar o
desenvolvimento e a aprendizagem do aluno. Não se centra no problema
da criança e sim na ajuda que essa necessita para alcançar os
objetivos que se propõe. A avaliação é feita para identificar
suas necessidades e determinar a ajuda necessária.
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