Em
geral,
as
crianças
com
Síndrome
de
Down
frequentam
escolas
de
ensino
regular.
Embora
os
portadores
de
Síndrome
de
Down
tenham
limitações
de
ordem
cognitiva,
é
fundamental
acreditar
que
eles
apresentam
potencial
para
aprendizagem.
Para
atenderem
pessoas
com
Síndrome
de
Down,
as
instituições
educacionais
precisam
fazer
algumas
mudanças
no
processo
ensino-aprendizagem
como,
por
exemplo:
trabalhar
com
variedades
de
objetos
educacionais,
estabelecer
objetivos
que
envolvam
as
diversas
área
do
desenvolvimento,
incluir
conteúdos
que
indiquem
valores,
normas
de
condutas
e
atitudes
socialmente
relevantes.
A
integração
em
sala
de
aula
é
fundamental.
O
educador
deverá
conversar
com
seus
alunos
primeiramente
sobre
a
deficiência
do
novo
aluno.
Muitas
vezes
a
discriminação
acontece
pela
falta
de
conhecimento,
ou
por
não
saber
lidar
com
uma
situação
nova,
que
não
é
comum.
A
adaptação
ocorrerá
através
de
estímulo,
principalmente
dos
pais,
da
integração
com
colegas
e
sua
pré-disposição
para
querer
aprender.
Vigotsky
afirma
que
as
interações
sociais
promovem
o
desenvolvimento
psicológico
individual,
inclusive
nas
dimensões
cognitivas
superiores,
e
que
quanto
mais
ampla
a
diversidade
destas,
maior
a
riqueza
no
processo
de
construção
do
conhecimento.
Desta
forma,
a
inclusão
de
crianças
com
síndrome
de
Down
no
contexto
escolar
possibilita-lhes
diferentes
competências
devido
à
variedade
de
interações
sociais.
Assim,
as
interações
sociais
têm
papel
fundamental
no
desenvolvimento
da
criança
com
deficiência,
sendo
que
possibilitará
a
ela
subsídios
para
ultrapassar
suas
dificuldades,
assim
como
irá
impor
limites
a
serem
transpostos
(VIGOTSKY,
2003).
No
processo
de
aprendizado,
o
professor
pode
utilizar
em
sua
prática
escolar
de
materiais
que
contenham
objetos
concretos
e/ou
situações
da
vida
real
antes
de
introduzir
conteúdos
novos
e
conceitos
abstratos,
devem-se
utilizar
temas
comuns
a
várias
áreas,
de
forma
a
integrar
as
informações.
Não
há,
porém
uma
"receita”
para
estes
casos.
As
crianças
com
Síndrome
de
Down,
assim
como
outra
criança
qualquer,
são
muito
diferentes
entre
si,
tanto
acerca
da
sua
personalidade,
quanto
em
relação
aos
diversos
e
variados
interesses
e
habilidades.
Adaptações
físicas da sala
O
portador de Síndrome Down necessita de um espaço projetado para
garantir conforto, tranquilidade e segurança. É importante que o
ambiente físico da escola, não apresente escadas e superfícies
escorregadias.
A
disposição da sala ficará mais acessível em círculos e
semicírculos, pois facilita a locomoção.
Em
algumas escolas, há salas especiais para terapia física e
ocupacional que são equipadas com os materiais necessários usados
para o tratamento de deficiências musculares e para o
aperfeiçoamento da coordenação motora.
É
primordial investir em mudança cultural envolvendo a sensibilização
dos funcionários para receber o aluno com deficiência, bem como na
sensibilização do mesmo para sua inclusão neste ambiente.
Referências
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/sindrome-de-down/sindrome-de-down-10.php
Acessado
em
08
de
maio
de
2012.
VIGOSTSKY,
Lev
Semyonovitch.
A
formação
social
da
mente.
6
ed.
São
Paulo:
Martins
Fontes,
2003
http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/sindrome-down-inclusao-cromosso-21-622538.shtml
Acessado em 10/05/2012
http://www.pedagobrasil.com.br/educacaoespecial/processodeinclusao.htm
Acessado em 10/05/2012
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